Com este blog quero criar quase um diário sobre o meu interesse por fotografia. Um interesse difuso, muitas vezes desfasado da realidade, que poderá encontrar um caminho através das reflexões que aqui publicarei.
domingo, 18 de junho de 2023
Detalhes especiais que não são fotografia por si só, mas contribuem para a magia
terça-feira, 13 de junho de 2023
Criando cartões de visita
Um dos meus objectivos é criar mais em fotografia. E há alguns desafios autopropostos de que falarei em publicações futuras..
Por agora serão umas tiras com uma imagem do meu portfolio e um código QR para este blogue e a minha handle para o Instagram. É uma forma de poder fornecer os meus contactos.
Próxima tarefa: colocar estas tiras - são de vinil autocolante, para que se possa guardar assim mesmo ou colar num caderno, por exemplo - dentro de rolos antigos que trarei comigo sempre que for fotografar.
Passo a passo estou a tentar melhorar e manter a motivação nesta área da fotografia.
quinta-feira, 8 de junho de 2023
Organizando o meu portfólio ou galeria de fotos
Agora que decidi levar um pouco mais a sério a fotografia, trazendo de novo à vida este antigo blog e tudo mais, é hora de fazer as coisas um passo de cada vez.
sábado, 3 de junho de 2023
A trabalhar no regresso
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Ferramentas – a Praktica
Se calhar isto precisa de alguma explicação. A máquina não tem nada de revolucionário, não é um exemplar da mais nova e avançada tecnologia.
Escolhi chamá-la revolucionária porque pretendo que seja a ferramenta que utilizarei para fotografar manifestações, greves ou outros movimentos de protesto social.
Talvez com algum preconceito associado, o conjunto é constituído por elementos provenientes de países com regimes muito pouco (ou nada) democráticos, de domínio comunista, sendo o corpo uma Praktica MTL 5 B, fabricada na República Democrática Alemã e a lente de 58 mm, uma Helios 44M-4, Zenit, da União Soviética. Dois elementos apenas destoam: um filtro UV da Hama (da Alemanha, fabricado nas Filipinas) e uma correia da Canon (do Japão).

Escolhi esta máquina por diversas razões. A primeira é o facto de me ter aparecido à frente (a um preço baixíssimo) e em bom estado numa loja da Cash Converters (sim, é verdade que tenho algum fascínio por estas lojas; é que ao contrário da loja especializada em fotografia e que o vendedor quer receber o dinheiro correspondente ao objecto fotográfico, e na Cash
Converters o que o vendedor pretende é ganhar algum dinheiro por um objecto que já não utiliza ou que provavelmente nunca utilizou). Os preços são, por isso, baixos e os objectos podem estar em muito bom ou em muito mau estado. Cabe ao comprador avaliar.
Voltando à questão da máquina, o que estava à venda era a máquina e respectivo manual de utilização, com uma lente Pentacon 50 f/1.8 (com filtro protector e tampa) e um estojo de “pele”. Como a máquina permite um funcionamento totalmente manual, experimentei-a mesmo sem a pilha (só serve para activar o fotómetro e eu tenho um fotómetro de mão da Sekonic) e o teste detectou apenas um problema: o anel de aberturas da lente não estava a funcionar. Aliás, o anel rodava, o diafragma em f/1.8 é que não fechava. Mas como, felizmente, as lentes do sistema M42 são relativamente abundantes e a preços muito acessíveis, resolvi comprar a máquina. Optei uma Helios 44M-4 para substituir a Pentacon, que comprei no eBay por 16€, escolha influenciada por uma experiência em sucedida há dez anos com uma Zenit com uma lente igual. Boa construção, sólida, e com uma excelente qualidade óptica. A abertura máxima é
bastante boa – f/2.0 – embora a mínima pudesse ser um diafragma para além do f/16 que oferece.
Com uma pilha chinesa para o fotómetro espero que este conjunto robusto esteja à altura das excursões fotográficas a que a pretendo levar. E, já agora, que também o fotógrafo esteja à altura do equipamento.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Os dois olhos do cíclope
terça-feira, 27 de setembro de 2011
As ferramentas e a obra
Afinal... o que é que eu ando a fazer?
Participei num passeio fotográfico (ou photowalk, que é como parece soar melhor) pelas ruas de Lisboa, organizado por dois colectivos de fot...
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Lembro-me de numa conversa em 1998 ter dito que não gostava de fotografia. Porque a fotografia é apenas uma mutilação da realidade, a transp...
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Li, há uns tempos, num livro ou numa revista de fotografia, que saber que equipamento fotográfico foi usado na produção de um determinado tr...
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Fui, há dias, visitar a exposição “Os dois olhos do ciclope” de Nuno Pinheiro. Confesso que fotograficamente poucas imagens me transmitiram ...



